
Desanimar as vezes...Desistir jamais!!!
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::FLEX - Jornal O DIA lança coluna GLS |

Aconteceu ontem, 28/3, o lançamento oficial do novo O DIA, que começa a circular no próximo domingo, 2/4. Com projeto gráfico inovador, idealizado pelo designer espanhol Roger Vallès, mudanças no conteúdo do jornal e novos colunistas, a grande novidade ficou por conta do lançamento da primeira coluna GLS em jornais do Rio de Janeiro. Intitulada FLEX, a coluna é escrita por Sônia Alves, diretora-executiva do GLS Planet, e publicada todas as sextas-feiras no caderno O DIA D.
Eucimar de Oliveira, diretor editorial de mídia impressa de O DIA, explica que o jornal já vinha há algum tempo pensando em uma coluna GLS: "Observamos que existia uma lacuna na mídia impressa brasileira, e o público gay era completamente desassistido. A coluna veio na hora certa, e com a linha que estamos adotando, tenho certeza de que a receptividade do público em geral vai ser muito boa", afirmou.
A opinião é compartilhada por Alexandre Freeland, editor-chefe de O DIA: "O timing foi perfeito. Bom humor e inteligência era a tônica que queríamos e encontramos na proposta da Sônia", disse ele.
"Acho que o nome FLEX já diz tudo", diz Sônia Alves. "Vou abordar tudo que o público GLS sempre quis saber, de maneira leve, mas com enfoque jornalístico", completa, sobre o projeto inovador na mídia impressa brasileira.
O jornal carioca investiu R$7 milhões em sua mudança gráfica e parte decididamente para a guerra com o jornal O GLOBO. "O jornal O DIA está caminhando cada vez mais para a diversidade e a cidadania, a pluralidade de pensamentos", disse Gigi Carvalho, diretora-presidente do grupo O DIA Comunicação. A divulgação do novo jornal inclui uma solução inovadora: a exposição, por duas semanas, da capa da edição do dia de O DIA em outdoors.
Na campanha publicitária de lançamento do novo O DIA, o enfoque foi a discussão do papel do jornal de papel, em época de tanta diversificação como a internet. "Para mim, o papel do jornal de papel é o de trazer um pouco de sanidade para os dias atuais, e mostrar que o conteúdo sempre será mais importante do que a tecnologia ou o meio tecnológico utilizado para a sua difusão. Com a internet e os serviços para celulares, o conteúdo passou a ficar relegado a um segundo plano, mas se não existe algo de importante para mostrar, não adianta a inovação tecnológica. O conteúdo sempre será mais importante que a tecnologia e os provedores de conteúdo precisam ser reconhecidos como muito mais importantes do que os integradores de tecnologia ou meio de difusão. Precisamos ser valorizados", afirma.
"O carioca gosta de estar bem informado, de ter informação de qualidade em primeira mão", disse Ricardo Boechat, que passa a ter coluna diária no plantão Boechat e ainda às quintas-feiras. O novo time ainda conta com nomes de peso como Luís Nassif e Ricardo Noblat.
Por Denise Molinaro
Basta um astro teen aparecer com novo visual para milhares de fãs adolescentes adotarem o estilo como referência e encarnar características semelhantes.
Nessa onda, o piercing deixou de ser a moda dos primitivos para virar ato de rebeldia dos jovens que querem destaque na multidão. Piercing na língua então... Sinônimo de atitude corajosa e personalidade forte. Essa faixa etária da população sente que integra o movimento underground quando coloca uma jóia intra-oral, porém, por trás desse "visual descolado", existe uma série de problemas.
Um estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que o uso do piercing na língua pode causar retração gengival, fratura e desgaste dos dentes, principalmente dos pré-molares e molares. A jóia de duas esperas (que parece um alteres) ocasiona um trauma sobre a coroa dental, conforme a pressão feita no movimento da mordida, com o agravante de dificultar a limpeza. A perfuração intra-oral também causa hipersensibilidade a metais, devido à introdução de corpos estranhos no local.
O piercer André Meyer aprendeu o ofício na Inglaterra em 1992, quando a body art ainda estava longe de fazer sucesso no Brasil. Desde então, tornou-se um especialista em perfurar o corpo das pessoas para aplicar as jóias, tanto que é um dos mais famosos e procurados do Brasil. Meyer garante que as jóias são antialérgicas, confeccionadas em aço cirúrgico, titânio, nióbio, ouro e nylon (para quem tem alergia a metais). Afirma que nunca teve reclamações com piercings feitos dentro da boca, e orienta seus clientes a procurá-lo imediatamente em caso de infecções ou inflamações. Vale avisar que se a pessoa tiver menos que 18 anos, não coloca o piercing de jeito nenhum, nem adianta insistir.
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Por Pamela Cristina Leme
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Um caso recente de inveja nacional pôde ser constatado graças ao mega-show da banda irlandesa U2, em São Paulo, em fevereiro deste ano. Após ter sido a única escolhida entre as mais de 70 mil pessoas que se exprimiam no estágio do Morumbi para subir ao palco e cantar uma música com Bono Vox (enquanto era vista por outras milhares de pessoas em transmissão ao vivo pela TV), a bancária Katilce Miranda, 28, estrelou o maior fenômeno do tipo a se propagar pela rede de relacionamentos Orkut. Além de ter o perfil invadido por milhares de mensagens com xingamentos e ofensas (no dia seguinte ao espetáculo, ela tinha mais de 50 mil recados contabilizados), Miranda foi vítima de comunidades como "Odeio a Baranga (sic) do Show do U2!", "Bono Fez uma Feia Feliz!" e "Bono Não Sabe Escolher Mulher", criadas por um exército de fãs do grupo sedentos de raiva e ira por se considerarem mais merecedores do êxito.
Os especialistas consultados afirmam que entre homens e mulheres a incidência de inveja é a mesma. O que muda é a forma como cada sexo se manifesta. "As mulheres costumam ser mais competitivas no que diz respeito à beleza. A intensa valorização da estética pelos meios de comunicação cria um campo de hostilidade entre elas, tanto para protegerem seus parceiros quanto na busca por uma nova relação", sinaliza Ailton, que escreveu o livro "O Mapa do Amor" (Editora Gente). "Os homens, por outro lado, são intensamente movidos pelo sucesso profissional, que está intrinsecamente ligado a auto-estima masculina", completa.
Para os profissionais, a inveja se perpetua apenas em grupos de pessoas que estão próximas. O sentimento costuma acontecer, com freqüência, entre colegas de trabalho e familiares. "É típico o caso de irmãos que sentem inveja um do outro, porque acham que a mãe deu atenção para apenas um. Quanto mais próxima uma pessoa estiver de nós, maior as chances de sentirmos inveja. Isso porque são as pessoas que estão perto de nós que nos lembram o tempo todo como não conseguimos atingir certos objetivos de vida", sinaliza a analista junguiana.![]() ![]() ![]() |
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